Planejamento Financeiro

Um alto salário não é garantia de conforto financeiro, assim como um salário baixo não implica que não conseguirá formar uma poupança adequada às suas necessidades. As pessoas tem que viver com o que tem.

O planejamento financeiro ajudará a evitar erros, como falta de recursos em uma situação de emergência, ou evitar que se obtenha dívidas além do necessário.

Planejar suas finanças irá ajudar a tomar decisões sensatas e consistentes com seus objetivos e metas.

A Contabilidade é uma ferramenta primordial para alcançar estes objetivos.


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quarta-feira, junho 19, 2013

Vai ter um filho? Veja os gastos da gestação à vida adulta

Vai ter um filho? Veja os gastos da gestação à vida adulta

FONTE : IG ECONOMIA

Aprenda a calcular as despesas essenciais em cada fase da vida de seu filho. Educação pesa por volta de 40% das despesas

O casal que espera a chegada de um filho pode não saber que, nos próximos 21 anos, terá de desembolsar entre R$ 200 mil e R$ 1 milhão, dependendo de sua condição econômica e disposição para investir no futuro herdeiro. O cálculo, feito pelo professor da ESPM e presidente do Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing (Invent), Adriano Maluf Amui, leva em conta gastos básicos com alimentação, educação, saúde e lazer.
Na hora de fazer as contas, é preciso levar em consideração as despesas essenciais, os gastos dispensáveis e, no longo prazo, a necessidade de uma poupança. Para o educador financeiro e presidente da consultoria DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos, o ideal é que o custo do filho não ultrapasse 30% da renda média líquida do casal. Do contrário, o padrão de vida pode mudar drasticamente.
Com planejamento, especialistas mostram que é possível fazer um cálculo aproximado das despesas com o filho em cada fase da vida, da gestação à vida adulta. Entram na conta, ainda, os gastos não previstos, como festas de aniversário e passeios. E, se o orçamento apertar, há duas alternativas: fazer dívidas ou rever prioridades com o supérfluo.
DA GESTAÇÃO AOS CINCO ANOS DE IDADE
Confirmada a gravidez, surgem os primeiros gastos. “O casal começa a pensar na decoração do quarto e na compra de roupas, fraldas e itens de higiene”, enumera Domingos, da DSOP. O chá de bebê é a primeira chance para economizar. Os presentes devem ser calculados conforme a quantidade necessária.
Exames de pré-natal costumam ir além do ultrassom. Mesmo que o casal já pague plano de saúde, os hospitais oferecem serviços adicionais, como coleta de sangue do cordão umbilical e exame de audição do bebê, como aponta Amui, da Invent. “Um DVD para entreter os pais, com o ultrassom em 3D do feto, pode custar até R$ 450”.
Mas é quando a criança nasce que as despesas pode ir além do planejado. “Os pais nunca se lembram da festa de aniversário, que pode ter bufê e palhaço, e das festas de amiguinhos, que demandam a compra de presentes”, lembra o presidente da DSOP. Ele orienta que tais gastos podem ser compensados com uma reserva financeira. Se as despesas imprevistas não couberem no bolso, o melhor é optar por alternativas mais baratas, como fazer a festa em casa.
Para o presidente do Invent, brinquedos não precisam ser caros. “O importante é que sejam estimulantes”. Outra forma de economizar, segundo ele, é com as vacinas, que são encontradas na rede pública com facilidade. Comprar muitas roupas, para o profissional, é desnecessário, porque o bebê cresce rápido e elas são descartáveis. Da mesma forma, há gastos importantes e, quase sempre, esquecidos. “Itens de segurança, como telas de proteção para janela, protetores de tomada e travas de gaveta devem entrar na conta”, completa.
Gastos essenciais : Berço, fraldas, roupas, carrinho, exames pré-natal, obstetra, pediatra, remédios, vacinas, mobília do quarto, itens de segurança na casa.
Gastos opcionais : festa em bufê, decoração, babá eletrônica, coleta de sangue do cordão umbilical, presentes de aniversário, brinquedos.
DOS CINCO AOS 10 ANOS DE IDADE
Nesta fase, a criança passa a ter desejos materiais mais concretos. “A geração atual é educada digitalmente e conhece os aparelhos eletrônicos. Também gosta de copiar os amigos, como os que viajam à Disney”, comenta Domingos. Para o professor Amui, há uma pressão social entre os pais. “Eles gostam de mostrar o que oferecem aos filhos”. Outro investimento que pesa são os cursos extracurriculares, como de idiomas ou esportes.
Quando as vontades do filho elevam os custos, o educador Domingos lembra que os pais fazem malabarismos, contraem dívidas ou trabalham mais. Na visão dele, em vez de atender aos impulsos de consumo da criança, o pai pode fazer uma “faxina financeira” em casa, derrubando gastos em excesso.
“Com reuniões familiares, ele deve criar na criança um desejo de realização. Se ela quer um videogame, deve saber quanto precisa economizar de água, luz e telefone para comprar o aparelho”. Assim, introduz a ideia de que toda realização exige um sacrifício.
Gastos essenciais: escola, material escolar, uniforme, saúde, alimentação, roupas, transporte escolar.
Gastos opcionais : aparelhos eletrônicos (videogames, celulares, tablets), viagens, cursos livres (idiomas e esportes, por exemplo).
DOS 10 AOS 15 ANOS DE IDADE
Perto da adolescência, os custos com educação pesam em cerca de 40% dos gastos totais, segundo o professor da ESPM. Ao desembolsar mais com escola, há oportunidade de reduzir outros gastos. “As despesas com telefonia diminuem quando o jovem passa mais tempo nos meios digitais, com sistemas Wi-Fi”. Por outro lado, a forte ligação do adolescente com computadores e celulares exige que os pais contratem serviços de internet, conexão 3G, e façam planos de telefonia móveis, pré ou pós pagos.
Lazer e entretenimento também engordam as despesas nesta faixa etária. Nos casos de gastos supérfluos, os pais podem dar ao filho uma mesada e passar a ele a responsabilidade de custear a diversão, recomenda Amui. Se ele gastar tudo antes do fim do mês, fica sem o lazer. Daí, ele conhece o valor de poupar. “A poupança terá um mecanismo educador e também de segurança para planos futuros”, completa o especialista.
Adriano Amui acrescenta, ainda, que viagens ao exterior podem ser reduzidas para custear o essencial, no caso de aperto financeiro entre as classes A e B. “O plano de um intercâmbio no exterior pode ser postergado por um ou mais anos”.
Gastos essenciais: escola, material escolar, alimentação, transporte escolar, vestuário, internet, aparelhos eletrônicos.
Gastos opcionais : entretenimento (cinema, festas, passeios), viagens de imersão, cursos extra- curriculares, acessórios, mesada, conta de telefonia móvel, festa de debutante.
A PARTIR DOS 15 ANOS
Com mesada ou até poupança no banco, o adolescente passa a escolher uma carreira. Na opinião do presidente do DSOP, pais que interferem nesta escolha podem pagar caro. “Obrigá-lo a seguir uma profissão porque dá mais dinheiro pode criar frustração”. Há um risco maior de abandonar a faculdade e iniciar outra. Aí, o desembolso também aumenta.
Pais com boa condição financeira devem avaliar a possibilidade de um intercâmbio no exterior, recomenda Domingos. “Este investimento abre muitas portas”. Criar uma poupança com anos de antecedência é uma saída para famílias com este sonho, porém menos abastadas.
Quando o filho completa 18 anos, muitos pais querem presenteá-lo com um carro. Neste caso, é bom planejar a compra com antecedência, em vez de fazer um longo financiamento. O professor Amui dá a dica. “Se você investir R$ 100 por mês desde o nascimento do seu filho, com renda de 10% ao ano, terá poupado R$ 57.670 em 18 anos”.
Durante a faculdade, o jovem tem o estágio como oportunidade de renda e aprendizado. “É essencial nesta fase e pode ser um trampolim profissional”, comenta Domingos. Se o jovem chegar à formatura sem experiência, pode ter dificuldade em conseguir trabalho. Daí, é provável que o pai tenha que custear uma pós-graduação.
Entre as famílias com renda mais baixa, o adolescente costuma perceber a necessidade de trabalhar para ajudar nas despesas de casa. “Para este público, há programas de aprendiz nas escolas públicas para jovens da classes D, que garantem renda e aprendizado precoces”, explica Domingos.
Há ainda o jovem que, mesmo trabalhando, permanece na casa dos pais – alguns até depois dos 30 anos. Para que ele conquiste a independência financeira mais cedo, os pais também pode ajudar. “É possível criar um plano B para o filho desde cedo, um projeto de vida, como economizar para comprar o próprio imóvel”, conclui Domingos, do DSOP.
Gastos essenciais : faculdade, pós-graduação, transporte, alimentação, roupas.
Gastos opcionais: intercâmbio no exterior, carro, entretenimento (baladas, cinema, shows).

Quanto custa um filho

Gastos totais de uma família com renda mensal de R$ 4 mil (valores em R$)

terça-feira, junho 18, 2013

10 dicas para renegociar suas dívidas


10 dicas para renegociar suas dívidas

FONTE : IG ECONOMIA

Conheça diferentes formas de fazer uma proposta para sair da lista de inadimplentes. Acordos podem resultar em descontos, prestações menores e juros mais baixos


Dados apontam que está mais fácil optar por este caminho. Em maio deste ano, o número de pessoas que conseguiram renegociar suas dívidas foi 4,5% maior que no mesmo período do ano passado, segundo a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). A Serasa Experian, por sua vez, divulgou um número recorde de 8,9 milhões de brasileiros que conseguiram honrar seus pagamentos no primeiro quadrimestre de 2013.
A causa mais comum da inadimplência, segundo o economista da ACSP, Emílio Alfieri, é a perda do emprego no período em que o consumidor pagava um financiamento ou empréstimo. O segundo motivo mais comum, aponta o especialista, é o descontrole financeiro, como as compras feitas por impulso.
A seguir, um roteiro com dez caminhos possíveis para ajudar o devedor a encontrar uma saída ao aperto financeiro. A recomendação é ficar atento ao Código de Defesa do Consumidor (CDC), conjunto de leis que rege todas as relações de consumo e estabelece o que é permitido ao negociar o pagamento da dívida.
1 – Elabore uma proposta antes de negociar
Não adianta tentar fazer um acordo com o credor sem antes pensar em uma proposta realista de como pagar a dívida. O risco do despreparo é a empresa propor suas próprias condições, que podem não ser as mais favoráveis. Para colocar a ideia no papel, não há regra. “Em uma negociação, vale tentar de tudo. Mas o credor pode recusar o pedido”, observa a supervisora institucional da Proteste, Sonia Amaro. É preciso estar preparado, também, para uma contraproposta da instituição, e avaliar se ela é compatível com seu bolso.
2 – Procure o credor “frente a frente”
Contatar a empresa credora, como bancos ou financiadoras, é o primeiro passo para tentar uma negociação segura, acredita Sonia, da Proteste. “É melhor tentar ser atendido pessoalmente, em um setor especializado”, recomenda. Se o atendimento não for possível, o que é mais comum em grandes empresas, demonstre a intenção de pagar a dívida e tente marcar um horário no setor responsável. Se mesmo assim a comunicação for difícil, opte por outros meios, como e-mails.
3 – Mutirões oferecem descontos maiores
É comum que instituições financeiras se reúnam para fazer mutirões ou campanhas de renegociação de dívidas. Nesses casos, a oportunidade de descontos maiores é grande, já que as empresas convocam os devedores em massa para quitar as dívidas. “Os descontos podem chegar a 50%”, afirma Alfieri, da ACSP. Este tipo de proposta, que costuma partir de bancos ou administradoras de cartões, é sempre vantajoso para o credor, avalia a economista do Idec, Ione Amorim. “A empresa que negocia de forma coletiva ganha sobre o volume das dívidas quitadas”, observa.
4 – Quando pedir redução de juros
Um caso específico permite ao consumidor tentar negociar a redução dos juros de seu empréstimo ou financiamento. De uma hora para outra, bancos ou lojas podem baixar as taxas do crédito de maneira mais expressiva. “Neste caso, vale tentar um acordo para reduzir os juros, se o consumidor puder provar que foi seriamente prejudicado. De toda forma, o credor não é obrigado a aceitar a proposta”, diz a supervisora da Proteste.
5 – Se for quitar à vista, peça desconto
Se há uma reserva financeira para quitar o valor total do empréstimo, essa é a oportunidade ideal para negociar um desconto. Para o credor, é sempre interessante receber o dinheiro de imediato, por isso vale tentar uma redução da dívida ao quitá-la, na opinião de Sônia. Outra alternativa é demonstrar melhores condições de cumprir o pagamento se reduzir o valor das prestações ou aumentar a quantidade de parcelas.
6 – Empresas podem recusar novo crédito
Nenhuma empresa é obrigada a conceder crédito ao consumidor, se avaliar que há risco de não pagamento. Segundo a especialista da Proteste, a instituição sempre avalia se a pessoa já se enroscou com dívidas passadas ou se é suscetível a se tornar inadimplente. “Quando ela já deixou de pagar uma dívida com a própria empresa, mesmo que a tenha quitado depois, o credor tem o direito de negar novo crédito”, diz. Contudo, se o valor foi pago, Sonia não vê motivos para negar um novo contrato.
7 – Negociar pela internet é alternativa
Desde o fim do ano passado, serviços virtuais como o “Quitei.com” e o “Limpa Nome”, da Serasa Experian, oferecem a opção de chegar a um acordo com o credor pela internet. Eles não interferem, nestes casos, na negociação entre as duas partes. Mas a recomendação de Ione, do Idec, é pesquisar em órgãos de defesa do consumidor a idoneidade dos sites que oferecem estes serviços. Se a proposta não partir do devedor, é preciso avaliar se ela é satisfatória e cabe orçamento antes de aceitá-la.
8 – Fique atento às penalidades
Se o devedor for procurado com ameaças de que perderá bens ou terá descontos no salário pelo não pagamento da dívida, é preciso ficar alerta. “As únicas penalidades permitidas pelo CDC pela inadimplência de empréstimos são multa de 2% do valor da dívida e juros de até 1% ao mês pelo atraso no pagamento”, observa a supervisora da Proteste, Sonia. Ela lembra que algumas empresas tentam cobrar do consumidor taxas indevidas, como as supostas despesas que tiveram com a cobrança da dívida. “Qualquer cobrança adicional é proibida, fora as penalidades previstas pela lei”, adverte.
9 – Consulte órgãos de proteção ao consumidor
Qualquer dúvida que surja antes de fazer a proposta pode ser esclarecida em órgãos de defesa do consumidor, como os Procons de sua região. Vale também consultar todas as cláusulas do contrato assinado no empréstimo ou financiamento. Ainda assim, pode haver pontos abusivos, nem sempre permitidos por lei. Nestes casos, somente um especialista pode orientar o devedor como proceder.
10 – Evite novas dívidas após negociar
Feita a negociação da dívida, o primeiro cuidado é evitar perder o controle das finanças mais uma vez, como orienta o economista Alfieri. “É importante não deixar as dívidas ultrapassarem 35% da renda mensal, além de manter uma reserva em aplicações como a caderneta de poupança, equivalente a uma ou duas prestações, para usar em casos emergenciais, evitando uma nova inadimplência”, 
IG ECONOMIA 

terça-feira, janeiro 22, 2013

Saiba como calcular e economizar no seguro de vida




Quanto vale sua vida???

Pergunta estranha, porém financeiramente falando, temos que calcular direitinho para fazer um seguro de vida adequado, aqui vai algumas dicas. 

Para ser sincera eu nunca tinha pensado em seguro de vida, minha mãe quando fez e me falou eu disse que não queria nem saber dessas coisas, quando ela faleceu, com meus dois irmãos pequenos ainda, conseguimos garantir os alimentos, estudos e moradia, e isso foi primordial para esse momento tão difícil. Claro que é um dinheiro que não querermos receber nunca, mais é o que garante a sobrevivência dos seus dependentes sem maiores dificuldades e sofrimento. 


Saiba como calcular e economizar no seguro de vida

FONTE: IG ECONOMIA  -
VALOR 

“A partir do falecimento do provedor, até que a família se reequilibre são necessários de dois a três anos. Por isso, o cálculo da apólice, nesse caso, seria de 24 a 36 vezes o salário mensal do provedor”, explica Zanzini, do BB-Mapfre. “Nesse tempo vai passar o estado de choque da família, a esposa vai ter uma renda de sobrevivência, vai voltar a trabalhar e retomar a vida”, diz.

O valor do seguro de vida varia de acordo com a idade de quem contrata a apólice. “O seguro de R$ 100 mil de um jovem de 25 anos pode custar R$ 17, enquanto o de um idoso de 65 anos pode chegar a R$ 1.700”, diz Santos. Ou seja, o valor mensal é calculado a partir da probabilidade de o segurado vir a morrer nos próximos anos. A partir daí, o reajuste ocorre do mesmo jeito que nos planos de saúde: conforme o cliente passa de uma faixa de idade para outra, o valor pago pelo seguro sobe. Já o total da apólice é reajustado por índices relacionados à inflação.

Algumas situações podem encarecer o seguro de vida. Fumantes pagam mais caro, enquanto pessoas que praticam exercícios ou possuem hábitos de vida saudável têm benefícios. Já atletas adeptos de modalidades mais arriscadas, como motociclismo ou automobilismo, também desembolsam mais. “O mesmo ocorre com envolvidos em política, senadores, prefeitos, pelo risco maior de sofrer algum atentado”, explica Zanzini.
Essas circunstâncias devem ser citadas ao preencher o formulário com a proposta do seguro. “Há perguntas para saber se a pessoa recebeu algum diagnóstico de doença, podem até ser solicitados exames para comprovar que a saúde está em dia”, diz o diretor do Banco do Brasil-Mapfre.

Ser honesto nessa hora fará a diferença no futuro, ressalta Santos. Isso porque, em caso de óbito, a seguradora envia ao médico que acompanhava a situação de saúde do segurado um questionário. Caso seja constatado que o cliente tinha doença pré-existente, a família pode ficar sem receber nada, e também pode perder o direito de reaver o dinheiro pago ao longo dos anos.
Além de morte natural, os seguros podem cobrir ainda morte por acidente, invalidez permanente e até doenças específicas, como o câncer de mama. “Algumas seguradoras adiantam parte do valor do seguro para que a pessoa possa usar em seu tratamento. Caso se cure, a diferença é acertada em prestações futuras”, diz Santos, do Sincor-SP. Fora a indenização, a apólice pode incluir acompanhamento médico e psicológico.
Antes de assinar um contrato, a dica geral é verificar se o produto é registrado na Superintendência de Seguros Privados (Susep), o que pode ser feito pelo próprio site do órgão público. O alerta também vale para corretores e representantes de corretoras.
E, mais importante que o valor da apólice, é o que ela contempla. Antes de olhar o preço, veja o que o produto oferece em caso de alguma eventualidade. “Vemos o mercado de maneira otimista. À medida que mais pessoas possam acessá-lo, elas tomam consciência de sua importância e contam para as outras”, conclui Zanzini.